Resíduos provenientes da piscicultura desenvolvida no açude Castanhão estão sendo transformados em óleo rico em ômega 6

Resíduos provenientes da piscicultura desenvolvida no açude Castanhão estão sendo transformados em óleo rico em ômega 6 por uma empresa de base biotecnológica do sertão cearense. O produto reciclado é comercializado como insumo da indústria de ração.

Esse é o negócio da Piscis, empresa dirigida por André de Freitas Siqueira, economista e doutorando em biotecnologia, uma bióloga e um agrônomo. O empreendimento instalado no município de Jaguaribara (CE), localizado a 220 km de Fortaleza, está incubado no Instituto Centro de Ensino Tecnológico (Centec) na capital cearense.

Aproximadamente 250 piscicultores trabalham no entorno do açude Castanhão, considerado o maior para múltiplos usos da América Latina e que foi construído sobre o leito do rio Jaguaribe. Ele abrange quatro municípios. O Castanhão é campeão nacional na produção de tilápias, totalizando, em média, 900 ton/mês.


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